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Direção Defensiva

Meio Ambiente

 

APOSTILA PARA A PROVA DE RENOVAÇÃO DE CNH:

Direção defensiva - Abordagens do C.T.B (de acordo com a res. 168/04, Anexo II do CONTRAN).

  • Conceito – condições adversas;

  • Como evitar acidentes;

  • Cuidados na direção e manutenção de veículos;

  • Cuidados com os demais usuários da via;

  • Estado físico e mental do condutor;

  • Normas gerais de circulação e conduta;

  • Infrações e penalidades;

  • Noções de respeito ao meio ambiente e de convívio social no trânsito: relacionamento interpessoal e diferenças individuais.

Apostila de Direção Defensiva - clique aqui!

Direção defensiva

      Muitas vezes, o motorista pratica a direção defensiva sem que perceba. Não importa onde a pratica e se a chama por esse nome ou não. O que importa, na verdade, é que a direção defensiva é necessária para evitar muitos acidentes.

      Ao dirigir em vias públicas o motorista deve ser paciente e tentar ver o lado muitas vezes cômico, provocado por outros motoristas reconhecidamente neuróticos do trânsito. Sorrir em situações tensas e difíceis é sempre a melhor maneira de manter o equilíbrio para resolver problemas repentinos.

      Não se esqueça de que as estradas, ruas e avenidas foram abertas à circulação pública e não apenas para você. Ao conduzir um veículo, tenha em mente que você é apenas um usuário daquele meio de transporte e sujeito à disciplina legal das vias públicas.

      Uma grande regra para o bom relacionamento no trânsito, é o motorista se comportar como gostaria que os outros se comportassem com ele. É preferível, muitas vezes, ceder do que tentar manter de uma maneira competitiva, a disputa de uma preferência nem sempre absoluta.

      Dirigir com segurança requer uma boa dose de informação de fatos concretos. Esse conhecimento inclui o pronto reconhecimento de riscos e a maneira de defender-se contra eles.

      O código de trânsito vigente fornece muitas informações que o motorista deve receber. Além do código, existem livros e revistas especializadas. A experiência é também uma grande fonte de conhecimento. Finalmente, as autoridades de trânsito estão certas de que o conhecimento deve ser adquirido por meio de treinamentos programados.  

OLHO NO VELOCÍMETRO:


      Cuidado! A velocidade é outro grande fator de risco de acidentes de trânsito. Além disso, determina em proporção direta, a gravidade das ocorrências.

      Alguns motoristas acreditam que a velocidades mais altas podem se livrar com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. E que trafegar devagar demais é mais perigoso do que andar depressa. Mais a coisa não é bem assim. Reduzir a velocidade é o primeiro procedimento a se tomar na tentativa de evitar acidentes.

      A velocidade máxima permitida para cada via será indicada por meio de placas. Onde não existir sinalização, vale o seguinte:

EM VIAS URBANAS: 

80 km/h nas vias de trânsito rápido. 
60 km/h nas via arteriais. 
40 km/h nas vias coletoras. 
30 km/h nas vias locais. 


EM RODOVIAS: 

110 km/h para automóveis e camionetas. 
90 km/h para ônibus e microônibus. 
80 km/h para os demais veículos. 


      O motorista consciente, porém, mais do que observar a sinalização e os limites de velocidade, deve regular sua própria velocidade - dentro desses limites - segundo as condições de segurança da via, do veículo e da carga, adaptando-se também às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito.

      Todos os anos, muitos motoristas são vitimados em acidentes causados por animais. Esteja atento, portanto, ao trafegar por regiões rurais, de fazendas ou em campo aberto, principalmente à noite. A qualquer momento, e de onde menos se espera, pode surgir um animal, mesmo um animal de pequeno porte como um cachorro, geralmente provoca conseqüências graves.

      Ao perceber a presença de animais, reduza a velocidade e siga devagar até que tenha ultrapassado o ponto em que se encontra. Isso evitará que o animal se sobressalte e, na tentativa de fugir, venha de encontro ao seu veículo.


      O comportamento do pedestre é imprevisível. Para evitar acidentes, a receita é a seguinte: tenha muita cautela e dê sempre preferência aos pedestres

      Problemas como o álcool não são exclusividade de motoristas imprudentes. Pedestres embriagados também são freqüentes e geralmente acabam atropelados. Quase todas as vítimas são pessoas que não sabem dirigir, não tendo, portanto, noção da distancia de frenagem. Muitos são desatentos e confiam demais na ação do motorista para evitar atropelamentos.

      O motorista defensivo deve dedicar atenção especial à pessoas idosas e deficientes físicos, que estão mais sujeitos a atropelamentos. Igualmente, deve ter muito cuidado com as crianças que brincam nas ruas, correndo entre carros estacionados atrás de bolas ou animais de estimação. Geralmente atravessam a pista sem olhar e estão sob alto risco de acidentes.

      Outra maneira de se evitar atropelamentos, é transitar sempre com bastante atenção e em velocidade compatível com os locais onde existem riscos como : portas de escolas, centros urbanos, cruzamentos, aglomeração etc.

      Reduza sempre a velocidade ao se aproximar de uma faixa de pedestres. Se houver pessoas querendo cruzar a pista, pare completamente o veículo. Só retome a marcha depois que os pedestres tiverem completado a travessia. Tome cuidado na desaceleração, para evitar colisões por trás. Evite freadas bruscas.

A habilidade do motorista se desenvolve por meio de aprendizado: tem que treinar a execução das manobras de modo correto e depois executá-las sempre dessa maneira.

CINTO DE SEGURANÇA:

      Com a obrigatoriedade legal, o uso do cinto de segurança nos bancos da frente já está bastante disseminado no Brasil. Mas é preciso agora enfatizar a utilidade e a propriedade do uso do cinto de segurança, também por parte daqueles que viajam no banco de trás. Em um acidente, o cinto de segurança: 

- Evita que você seja lançado para fora do veículo. Sendo lançado para fora, as chances de morrer são cinco vezes maiores;
- Evita que você seja lançado de encontro ao painel, ao volante ou ao pára-brisa;
- Evita que você seja lançado de encontro a outros veículos;
- Mantém o condutor em sua posição, permitindo, em alguns casos, que ele empreenda manobras defensivas para evitar danos maiores;
- Em caso de colisão frontal, os passageiros que viajam no banco de trás ganham, com a velocidade, um peso muito maior do que aquele correspondente à sua massa corporal. Um adulto de 70kg, dependendo da velocidade no momento do choque, pode ser projetado com força correspondente a uma tonelada de peso. Daí a importância do uso do cinto de segurança por quem viaja atrás.

      Cuidado especial deve ser destinado às crianças. Certifique-se de instalar assentos especiais para crianças até 3 anos. No caso de crianças maiores, cuide para que o cinto não as machuque. Ajuste a altura do cinto, ou coloque alguma proteção que traga mais conforto à criança. Vale lembrar que apenas maiores de 10 anos podem andar no banco dianteiro. 

Números assustadores:

- NO BRASIL ACONTECE CERCA DE 50.000 ACIDENTES DE TRÂNSITO POR ANO;
- 350.000 PESSOAS FICAM FERIDAS OU MUTILADAS;
- 25.000 (METADE DOS ACIDENTES QUE OCORREM ANUALMENTE) SÃO EM DECORRÊNCIA DO USO DE DROGAS E ÁLCOOL;
- ISTO É MAIS QUE O NÚMERO DE PESSOAS MORTAS NOS SETE ANOS DE GUERRA DO VIETNÃ, POR ANO;
- É COMO SE TODA SEMANA CAÍSSE UM AVIÃO JUMBO, MATANDO TODOS A BORDO;
- QUATRO PESSOAS MORREM POR HORA EM ACIDENTES DE TRÂNSITO.

 

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